quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Publicações sobre segurança pública estão disponíveis no site da SPM

29/09/2009 - 17:39

A partir das discussões em sete regiões do país foi concebido o livro que apresenta sugestões de pesquisadores para a formulação de uma política nacional de segurança pública

As publicações “Mulheres – Diálogos sobre Segurança Pública. Uma Contribuição à 1ª Conseg” e “Segurança Pública - Outros olhares, novas possibilidades” estão disponíveis no setor de publicações do site www.spmulheres.gov.br , da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM).

O livro apresenta um estudo, inédito no Brasil, sobre a visão de 213 mulheres de diferentes ocupações, classes sociais, orientações sexuais e religiosas sobre a segurança pública. O projeto que foi realizado em sete cidades do Brasil – Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Belém e Canoas -, apresenta não só os problemas apontados pelas mulheres, mas também soluções para a melhoria da segurança. Entre elas está a necessidade de uma política intersetorial e transversal que garanta o acesso integral às garantias do Estado de Direito.

Como resultado do projeto mencionado tem-se o livro “Segurança Pública – Outros olhares, novas possibilidade”. Organizado pelo cientista político João Trajano Sento-sé, o livro contém artigos de colaboradores que participaram dos encontros com mulheres nas sete cidades em que se realizaram os “diálogos”. O produto final são sugestões e orientações, de pesquisadores com longa atuação no campo em que está inserido o projeto, para a formulação de uma política nacional de segurança pública.

Tanto o livro quanto a cartilha são iniciativas da SPM e contam com o apoio do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) –, da Fundação Friederich Ebert Stiftung (FES), do Ministério da Justiça e da Coordenação da 1ª Conseg.

http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm 30/09 às 08:24h

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Paraná registra 14 mil casos confirmados da nova gripe

No boletim desta segunda-feira (28) foram confirmadas 658 novas situações da doença no estado e seis novos óbitos

O número de casos confirmados da gripe A H1N1 no Paraná chegou a 14.009, de acordo com o 63º Boletim Epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde divulgado nesta segunda-feira (28). Nesse boletim foram confirmadas 658 novas situações da doença no estado.

Além disso, seis novas mortes foram registradas no estado, elevando o número total de óbitos do Paraná para 250. Os novos óbitos ocorreram nas regionais de saúde de Curitiba (1), Ponta Grossa (1), Guarapuava (1), Campo Mourão (1), Umuarama (1) e Maringá

A Sesa também corrigiu o total de mortes do boletim anterior, eram 244 e não 245 como foi divulgado, pois aconteceram quatro óbitos na regional de saúde de Apucarana e não cinco.

O maior número de óbitos confirmados por causa da nova gripe eram da regional de saúde de Curitiba (81). A seguir, os maiores índices eram das regionais de saúde de Cascavel (20 mortes), Foz do Iguaçu (19), Maringá (19), Londrina (12) e Toledo (12).

Além disso, a regional de Curitiba confirmou 5.244 casos da doença, o que corresponde a % das 14.009 situações do Paraná. Na sequencia vinham as regionais de Cascavel (1.480 casos), Cornélio Procópio (1.217), Francisco Beltrão (1.118), Pato Branco (1.023) e Jacarezinho (663).

Os dados da Sesa davam conta de que o maior número de óbitos do estado ocorreu na faixa etária dos adultos entre 20 e 49 anos, na qual foram registradas 150 das 250 mortes do Paraná (60%). A seguir aparecia a faixa dos adultos de 50 a 59 anos, em que houve 53 óbitos (21,2%). Já entre as crianças e adolescentes (de 0 a 19 anos) aconteceram 33 mortes (13,2%). Além disso, foram registrados 14 óbitos (5,6%) entre os idosos com 60 anos ou mais.

Segundo o boletim, 56% das vítimas (140) eram do sexo feminino, e 44% (110)eram do sexo masculino.


GAZETA DO POVO 29/09 às 07:41h

Projeto de lei de iniciativa popular que barra a candidatura de políticos condenados em primeira instância será protocolado hoje na Câmara

Publicado em 29/09/2009 | André Gonçalves, correspondente

Brasília - Um milhão e 300 mil brasileiros tentam colocar os políticos fichas-su­­­jas contra a parede a partir de hoje. O grupo subscreve o projeto de lei de iniciativa popular para proibir a candidatura de qualquer um que foi condenado em primeira instância judicial ou que respon­­de na Justiça por denúncias graves como homicídio, racismo e desvio de dinheiro público. A proposta será entregue ao presidente da Câ­­­ma­­­ra dos Deputados, Michel Te­­­mer (PMDB-SP). Se aprovada, pode valer para já para a campanha de 2010.

O tema é polêmico e incomoda grande parte dos parlamentares. De acordo com levantamento pu­­­bli­­­cado na semana passada pelo portal Congresso em Foco – especializado na cobertura do Poder Legislativo –, 129 deputados federais e 21 senadores são alvos de pro­­­cessos no Supremo Tribunal Fede­­­ral (STF). Os números colaboram para que os projetos que prejudicam os fichas-sujas enfrentem tanta resistência.

Paraná foi o 2.º estado em assinaturas

O Paraná foi o segundo estado que mais coletou assinaturas para o projeto de lei de iniciativa popular cujo objetivo é barrar os candidatos a cargos eletivos acusados de crimes, os chamados fichas-sujas.


Só 3 projetos de iniciativa popular viraram lei

A proposta que será entregue hoje à Câmara dos Deputados segue os mesmos passos da Lei 9.840, que ontem completou uma década em vigor e que foi proposta por meio de um projeto de iniciativa popular. A norma concedeu à Justiça Eleitoral mais poderes para punir atos de corrupção eleitoral. Graças ao texto, mais de mil políticos foram cassados desde 1999 por compra de votos e uso eleitoral da máquina administrativa.

“Foi a prova de que a manifestação popular dá resultado”, diz Marlon Reis, do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Desde a Constituição de 1988, apenas outras duas leis de iniciativa popular foram aprovadas pelo Congresso Nacional. A Lei 8.930/1994 entrou em vigor após uma intensa campanha da novelista Glória Perez, motivada pelo assassinato da filha, a atriz Daniela Perez. O texto ampliou o rol de crimes hediondos previstos na legislação.

Além dela, uma iniciativa do Movimento Popular de Moradia levou à criação da Lei 11.124/2005. A norma criou o Fundo de Moradia Popular e o Conselho Nacional de Moradia Popular.

Até chegar ao Poder Legis­­­lativo, no entanto, as propostas tiveram de passar por um longo caminho.Todo projeto de iniciativa popular precisa do aval de 1% dos eleitores brasileiros, distribuídos por pelo menos cinco estados. A proposta sobre os fichas-sujas, por exemplo, precisou de um ano e meio para receber de 1,3 milhão de assinaturas. O volume de papel do abaixo assinado deve superar uma tonelada e será transportado em duas caminhonetes até o Congresso. (AG)

Há 12 dias, a Câmara dos Depu­­­tados vetou uma emenda do projeto de reforma eleitoral incluída pelo senador Pedro Simon (PMDB-RS) que exigia “idoneidade moral” e “reputação ilibada” co­­­mo requisito para candidaturas. Na época, o líder do PT na Casa, Cândido Vaccarezza, disse que a proposta era uma “falta de responsabilidade” porque não definia critérios para a aplicação dos dois termos. Os congressistas tam­­bém se apegam ao fato de que barrar candidatos que ainda não foram julgados ou cuja condenação não é definitiva fere o princípio constitucional da presunção de inocência.

A tese é respaldada por uma decisão recente do STF. Em outubro de 2008, o Supremo rejeitou uma ação de descumprimento de preceito fundamental movida pela Associação dos Magistrados Brasileiros, que solicitava a concessão de poderes aos juízes eleitorais para impedir que candidatos condenados em primeira instância pudessem disputar eleições. “O valor da presunção de inocência prevalece íntegro até o momento final do trânsito em julgado”, disse o relator do processo, o ministro Celso de Mello.

O julgamento, porém, frisou a importância de uma norma específica sobre o assunto. De acordo com o parágrafo 9.º do artigo 14 da Constituição, é necessária uma lei complementar para estabelecer os casos de inelegibilidade. O dispositivo protegeria a “moralidade para o exercício do mandato, considerada a vida pregressa do candidato”, conforme prevê o texto constitucional.

Para o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que organizou a coleta de assinaturas, não há contestação sobre o mérito da proposta. O presidente da Asso­­­ciação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (uma das 43 entidades que integram o MCCE), Marlon Reis, defende que o princípio da pre­­sunção de inocência não será obstáculo para o texto. “É uma garantia que não se aplica à lei eleitoral, até por isso a própria Consti­­­tuição pede a elaboração de uma lei complementar.”

Dúvidas

O assunto, entretanto, não é consenso entre juristas. O presidente da Academia Brasileira de Direito Constitucional, Flávio Pansieri, afirma que qualquer tentativa de restringir as garantias individuais será prejudicial. “Em razão da ineficiência do sistema judiciário, que demora demais para julgar, estamos colocando em risco o princípio da presunção de inocência. Uma questão não pode envolver a outra.”

Gazeta do Povo 29 /09 às 07:29h



segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Plante uma semente e colha frutos!!

Conselho Nacional dos Direitos da Mulher se reúne em Brasília

28/09/2009 - 17:36

Presidida pela ministra Nilcéa Freire, reunião discutiu temas importantes como o resultado da votação da minirreforma eleitoral

A ministra Nilcéa Freire presidiu na última quinta-feira, (24/09), a terceira reunião deste ano do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, do qual é presidente. O evento aconteceu durante todo o dia, na Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), em Brasília, reunindo 26 conselheiras.

Na pauta, a votação em segundo turno, na Câmara dos Deputados, da minirreforma eleitoral; a previsão de que o Supremo Tribunal Federal, vote em outubro a ação que discute a possibilidade de interrupção da gravidez em caso de fetos anencéfalos (sem cérebro) e; as providências que devem ser tomadas no âmbito do Conselho para a realização da 11ª Conferência Regional sobre as Mulheres da América Latina e do Caribe, realizada pela Cepal (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe). O evento acontece em julho do próximo ano, no Brasil.

Com relação à reforma eleitoral, foram relatados os resultados obtidos por força do trabalho de mobilização realizado pela Comissão Tripartite instituída pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) para a revisão de Lei 9.504/1997, em estreita articulação com a Bancada Feminina no Congresso Nacional e o movimento feminista e de mulheres, junto aos parlamentares da Câmara e do Senado.

De acordo com a ministra Nilcéa Freire, as mulheres conseguiram o mínimo dos mínimos. Nas conquistas obtidas, destacam-se o item que determina que cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo. Antes, o texto usava a palavra “reservará”. Também ganhou destaque o fato de que na criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres conforme percentual que será fixado pelo órgão nacional de direção partidária, deve ser observado o mínimo de 5% do total. E, ainda, o item que trata sobre o tempo disponível para a mulher na propaganda partidária gratuita, observando-se o mínimo de 10%.

Seminário - As conselheiras também opinaram sobre o Seminário Conselhos de Direitos e Controle Social das Políticas Públicas para Mulheres, realizado pelo CNDM, entre os dias 22 e 23, também em Brasília e considerado um sucesso. Elas acordaram na necessidade da criação de uma comissão para dar conseqüência às propostas lançadas nos grupos de trabalho do evento e, para tanto, ficou decidido que ela será composta pela comissão organizadora do seminário, acrescida de novas integrantes. A criação de uma rede deve ser o primeiro desafio pós-evento.

Também foi realizada uma apresentação do site www.maismulheresnopoderbrasil.com.br, ampliado e relançado no início do mês. Agora, estão disponibilizadas também informações sobre Executivo, Legislativo, Judiciário, Empresa e Sociedade. O destaque do novo conteúdo ficou para a divulgação dos resultados da pesquisa A Presença Feminina no Poder Executivo nos Estados, realizada pelo site e pela SPM.

http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sep 28/09 às 22:00h

SPM propõe criação de Núcleo da Mulher para tríplice-fronteira



28/09/2009 - 16:16

Proposta deve ser oficializada em novembro com assinatura de memorando entre Brasil, Argentina e Paraguai

A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), e os ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e das Relações Exteriores (MRE) promoveram, nesta segunda-feira (21.09), em Foz do Iguaçu, uma reunião técnica com representantes do Brasil, Argentina e Paraguai para discutir estratégias conjuntas de cooperação para assistência de mulheres vítimas de Tráfico e violência na Tríplice Fronteira.


Na ocasião, a SPM propôs que, na Casa do Migrante, entidade criada pela Prefeitura de Foz do Iguaçu, com apoio do MTE, seja criado o Núcleo da Mulher, para oferecer atendimento especializado em gênero. O objetivo é detectar, entre as atendidas, aquelas que estejam em situação de violência para que sejam encaminhadas aos serviços de referência dos seus países de origem. Outra proposta é inserir no site de cada um dos três países os contatos e endereços das redes de atendimento dos demais.

Para a criação do Núcleo da Mulher será firmado um acordo entre a SPM, a prefeitura de Foz do Iguaçu, o MRE e o MTE. Em seguida, a proposta é de que, até novembro, um Memorando de Atendimento seja assinado entre a Secretaria e os órgãos máximos de políticas para as mulheres dos demais países para garantir a reciprocidade das ações e desburocratizar os atendimentos.

Durante a reunião os participantes tiveram, ainda, a oportunidade de apresentar as políticas públicas de gênero realizadas pelos seus países.

Casa do Migrante - A Casa do Imigrante é uma antiga reivindicação dos brasileiros que trabalham na tríplice fronteira. Funciona como um centro de triagens, prestando atendimento a trabalhadores nas áreas de saúde, ação social e jurídica. Oferece, ainda, cursos de qualificação de mão-de-obra, emissão de documentos, assistência médica e informações sobre os direitos e deveres de migrantes e imigrantes para acesso a serviços públicos no Brasil.

http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/noticias/ 28/09 às 21:37

Plante uma semente e colha frutos!!

CONVITE

O conselho Municipal dos Direito da Mulher - CMDM e a Secretaria de Assistência Social convidam esta instituição para o seminário de identificação da rede de atendimento à Mulher Vítima de Violência.

A violência, de forma geral, é um fato gerador de inúmeros outros problemas sociais.

A violência contra a mulher é ainda mais impactante nas relações sociais pois, para muitos, a mulher é a base familiar, é o esteio onde se forma o indivíduo. Sem essa base, toda a família fica prejudicada.


A Lei Maria da Penha procura, dentre os seus objetivos, a erradicação desse tipo de violência. Tratando a mulher, a família também será tratada. Quando a mulher sofre uma agressão, os filhos também sofrem, a família está em perigo.

Neste ano, a Secretaria Nacional Especial de Políticas Públicas para as Mulheres – SPM fará a inauguração do Centro de Referência da Mulher, em Foz do Iguaçu, em parceria com os governos estadual e municipal.

Para que a Rede de Atendimento esteja preparada, convidamos esta instituição para apresentar seu trabalho no Encontro de Organização da Rede de Atendimento às mulheres em situação de violência de Foz do Iguaçu.



Data: 1º. outubro de 2009 – quinta-feira
Horário: das 9 às 16h30
Local: Sede do Serviço Social do Comércio – SESC
Endereço: Av. Tancredo Neves, 222 – Vila A de Itaipu – Foz do Iguaçu



Atenciosamente,



Teonilia Pereira Leite Neta
Presidenta do CMDM


Rosilene Beatriz Dezordi Link
Secretaria da A.Social

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Pelo menos 120 mil participam da Parada da Diversidade, estima associação

Albari Rosa/ Gazeta do Povo / Cerca de 120 mil pessoas participaram na tarde deste domingo da Parada da Diversidade LGBT em Curitiba

A chuva, que caiu no fim da tarde na capital paranaense, não intimidou o público. Trânsito nos arredores da Cândido de Abreu ficou complicado no fim da tarde

27/09/2009 | 17:45 | Jenifer Koppe atualizado em 27/09/2009 às 20:35

A 12ª edição da Parada da Diversidade LGBT de Curitiba, que aconteceu neste domingo (27) à tarde, transformou a Avenida Cândido de Abreu em uma enorme pista de dança, com direito a música eletrônica no último volume, drinques servidos de bandeja e muita animação. Nem mesmo a forte chuva, que caiu um pouco antes do início do desfile, espantou o público. Segundo a Associação Paranaense da Parada da Diversidade (Appad), responsável pela organização do evento, mais de 120 mil pessoas participaram.

Mas, muito mais do que uma grande festa, o evento é um acontecimento político, que tem o objetivo de chamar a atenção da sociedade para os problemas enfrentados por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), vítimas do preconceito e da intolerância. "Só queremos uma coisa: respeito. Pagamos os nossos impostos, temos os nossos direitos. Não queremos destruir a família de ninguém, queremos construir a nossa", disse o presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), Toni Reis.

Albari Rosa/Gazeta do Povo

Albari Rosa/Gazeta do Povo / Além da diversão, um dos objetivos da parada é combater a homofobia

Além da diversão, um dos objetivos da parada é combater a homofobia

A parada deste ano, que começou na Praça 19 de Dezembro e terminou no Palácio Iguaçu, teve a participação de seis trios elétricos, entre eles o trio Magia, um dos maiores do país. A festa continuou na Praça Nossa Senhora de Salete, em frente ao palácio, onde um palco foi montado para a apresentação de bandas locais e drag queens.

De acordo com o coordenador geral da Appad, Márcio Marins, o evento leva cerca de um ano para ser organizado. "Assim que termina, já começamos a pensar no próximo. O número de alvarás e de permissões é interminável. Felizmente, contamos com o apoio de diversas entidades, entre elas o ministério e as secretarias estadual e municipal de saúde, fundamentais para conseguirmos superar barreiras a cada nova edição", conta.

Embora os simpatizantes não façam mais parte da sigla oficial que representa o movimento – o GLS (gays, lésbicas e simpatizantes) se tornou LGBT em 2008 –, eles compareceram à parada em massa. Os jovens eram maioria, mas muitas crianças e idosos também prestigiaram o evento. O casal Ayvonede e Carlos Eduardo Marques, de 73 e 68 anos, respectivamente, aguardavam com a família a passagem da parada, embaixo de um ponto de ônibus, para se proteger da chuva. "É tudo muito bonito e organizado, uma iniciativa importante para conscientizar a população", acredita Ayvonede. "A parada é um show e, por isso, merece ser prestigiado", completou o marido.


GAZETA DO POVO 28 /09 às 09:01h

domingo, 27 de setembro de 2009

ESTRESSE E CORAÇÃO

Existem pesquisas que mostram que o estresse afeta o organismo causando alterações celulares de maneira a aumentar a incidência de doenças. O estresse está ligado às doenças do coração e à hipertensão arterial, podendo também ter uma relação com o surgimento do câncer.

A relação com funções imunológicas ainda não está esclarecida. Estudos mostram que pessoas que têm amplas relações sociais e contatos com pessoas - amigos, vizinhos, parentes, colegas de serviço - têm menor incidência de resfriados do que os que vivem num ambiente restrito de relacionamentos.


O American Journal of Medicine em 1997 publicou um trabalho onde é mostrado que o contato escasso com pessoas é um fator de risco maior do que o cigarro para contrair doenças virais respiratórias. Pensamentos antigos estão ressurgindo. Hipócrates em 500 AC já dizia que as emoções estão ligadas à saúde. Hoje os cientistas estão conseguindo demonstrar que as paixões podem desencadear doenças. Descobriram que certas células do corpo humano são capazes de enviar mensagens entre células nervosas e o sistema imunológico.

Estudos em animais mostraram que a interrupção dessa comunicação entre as células, seja pela engenharia elétrica ou pelo uso de drogas, está associada com uma maior susceptibilidade às doenças da tireóide, doenças inflamatórias e artrites.

A maioria dos estudos relaciona o estresse à hipertensão e às doenças do coração. Dados convincentes sugerem que o medo crônico, a ansiedade, a solidão e a depressão podem ser letais para pessoas com doenças do coração.

É significativo o fato de que os ataques cardíacos são provocados pela agregação de plaquetas formando coágulos, fenômeno conhecido como "correr ou lutar" e desencadeado pelo medo ou pavor. Todos nós estamos constantemente experimentando o estresse de uma ou outra forma.

Estresse agudo e crônico.

O estresse agudo

É o conseqüente a um acontecimento traumático, como a perda de um ente querido, um assalto, uma doença grave na família, a perda do trabalho, perda de um bem.

O estresse crônico

É o do dia a dia, como os problemas de trânsito, da profissão, econômicos, relações de trabalho, de família. Nas situações de estresse o corpo libera dois hormônios, a adrenalina e a cortisona.

Como resposta a esses dois hormônios as plaquetas se agregam, as células imunológicas são ativadas, o açúcar do sangue vai para os músculos para lhes proporcionar energia, a respiração e a freqüência cardíaca aumentam e a pressão arterial sobe. A cortisona de início mantém a resposta ao estresse e depois lentamente vai diminuindo até o organismo voltar à função normal. Quando a situação estressante persiste, a reação persiste e pode tornar-se prejudicial em vez da reação benéfica inicial.

A chamada resposta alostática, o que é?

Em 1998, no New England Journal of Medicine, foi publicado um trabalho que usa o termo alostático, que vem do grego e significa "encontrar estabilidade através da mudança". Este é um termo usado para explicar a adaptação que o organismo encontra quando é submetido a um estresse crônico. O preço que o organismo paga para obter e conservar essa adaptação pode ser alto. Algumas pessoas submetidas a estresse crônico tornam-se hiperativas ou hipoativas quando expostas à situação estressante. Uma produção muito pequena ou muito grande de hormônios frente a uma situação de estresse pode ser prejudicial por desencadear a produção de substâncias alternativas afim de corrigir o excesso ou carência desses hormônios. Assim, um excesso de cortisona:

aumenta a produção de insulina
provoca fraqueza dos músculos
predispõe a infecções e a descalcificação dos ossos
favorece a depressão e a degenerações do cérebro que levam à perda da memória.

Ainda não se sabe porque certas pessoas não desligam a "reação ao estresse" continuando a produzir os hormônios uma vez terminado o motivo que o desencadeou. Também se ignora porque outras pessoas não produzem os hormônios do estresse quando deles necessitam.

As pesquisas sugerem que exercício moderado e regular é a melhor maneira de se opor aos efeitos prejudiciais do estresse. As pessoas que regularmente fazem exercício percebem que toleram o estresse muito melhor e não necessitam mais comer muito ou tomar grandes doses de álcool quando estão em situações de estresse afim de se acalmarem.

Reduzir o estresse não significa que você deve mudar da cidade para o campo, abandonar seu emprego, se aposentar, largar o automóvel ou mudar de profissão. Basta fazer mais exercícios físicos, aumentar seu círculo de relações, participar de atividades sociais, mudar seus horários de trânsito.


http://www.abcdasaude.com.br 27/09 às 17:18

Homens mentem seis vezes ao dia e duas vezes mais que as mulheres, diz estudo




PESQUISADORES DESCOBRIRAM QUE HOMENS PASSAM LOROTAS PARA AS COMPANHEIRAS, CHEFE E COLEGAS DE TRABALHO COM MAIOR FREQUENCIA DO QUE AS MULHERES (QUE TAMBÉM MENTEM!)






Quando você perguntar a um homem ou uma mulher qual o problema e ouvir como resposta: “Nada errado, estou bem”, fique desconfiado. Segundo estudo feito com 2 mil britânicos, esta é a mentira mais comum contada por ambos os sexos. Pesquisadores descobriram também que homens contam 42 mentiras por semana – duas vezes mais que as mulheres. Por dia, seriam 6 lorotas masculinas contra apenas 3 femininas. Ou seja: os homens mentem o dobro!



Enquanto eles estão mais propensos a contar mentiras como o último “choppinho” que tomaram (para refrescar a memória: “estou na saideira, depois dessa vou embora”)ou sobre o peso de suas companheiras, elas evitam falar a verdade sobre suas últimas compras (“Roupa nova? Imagina! Este vestido eu tenho há anos...”).


Para o lançamento da série de TV “Lie to Me” (Minta para mim, em tradução livre), da 20th Century Fox, estrelada por TIM Roth que vive um especialista que ajuda a desvendar crimes, foi feita uma votação para descobrir as mentiras mais populares entre homens e mulheres, segundo o jornal Daily Mail. Veja só:



As 10 mentiras mais contadas pelos homens:
1. Não há nada errado, estou bem.
2. Esse vai ser meu último copo de cerveja.
3. Não, sua bunda não está gorda nesta roupa.
4. O celular estava sem sinal
5. O celular estava sem bateria
6. Desculpe, não recebi sua ligação.
7. Não bebi tanto.
8. Não foi tão caro…
9. Estou no caminho!
10. Estou preso no trânsito


As 10 mentiras mais contadas pelas mulheres:
1. Não tenho nada, está tudo bem.
2. Ah, não é nova, comprei essa roupa há anos…
3. Não foi tão cara!
4. Estava em liquidação.
5. Já estou indo!
6. Não sei onde está, nem peguei!
7. Não bebi muito, não…
8. Estou com dor de cabeça
9. Não, eu não joguei fora.
10. Desculpe, não recebi sua ligação.

NOTÍCIAS PAIS & FILHOS 27/09 às 17:10

Musculação vaginal dá mais prazer e evita problemas de saúde

Eletroestimulação, cones, monitoramento e exercícios de contração vaginais, e em alguns casos, anais. Calma, não se trata de métodos eróticos ou pornográficos, nem de produtos vendidos em sex shop. Tais procedimentos são utilizados no trabalho de fortalecimento chamado de musculação íntima, indicado para quem tem problemas de flacidez muscular na região do períneo (região entre a vagina e o ânus) e que deve ser indicado e acompanhado por profissionais.



E se a pergunta é se o método ajuda na obtenção de mais prazer, a resposta é "sim, ajuda". "Quando tem orgasmo, há uma contração involuntária dessa musculatura e, se está mais trabalhada, a resposta sexual é mais adequada teoricamente", disse a ginecologista, obstetra e uroginecologista Márcia Salvador Géo, do Hospital Mater Dei, de Belo Horizonte.

A confeiteira Cibele Ramos Lage, de 47 anos, garante que, na prática, dá certo mesmo. O prazer aumenta. Ela começou a utilizá-lo após sofrer por três anos com o incômodo da incontinência urinária. Normalmente, não conseguia segurar a urina quando tossia ou ria. Tinha flacidez do períneo e, para evitar uma cirurgia, sua médica recomendou exercitar os músculos da região com o auxílio da fisioterapia. Ela acreditava que a ginástica íntima não daria resultado, mas funcionou.

Exercícios fundamentais
Enquanto há mulheres que subestimam - até por preconceito - os benefícios dessa musculação na prevenção de problemas ligados à área do períneo (também chamada de assoalho pélvico), muitas outras ao menos sabem da existência da possibilidade. E a repetição da contração correta dessa musculatura é fundamental a todas pelo menos em algum momento da vida, como esclarece a fisioterapeuta Elza Baracho, coordenadora do serviço de fisioterapia da Uromater do Hospital Mater Dei e professora da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

"Se não o exercita, pode provocar a ruptura de alguns ligamentos que sustentam órgãos como útero, bexiga, reto e uretra. Quando eles perdem o local ideal, perdem a função e podem surgir incontinência urinaria, incontinência fecal, alguma disfunção sexual ou frouxidão vaginal, o que leva a perder gases involuntariamente pela vagina, algo constrangedor por conta do barulho. Algum órgão também pode até sair e ficar exposto, sujeitando-se à úlcera e a infecções", disse a médica Márcia.

A médica explica que o trabalho muscular é similar ao ato de interromper a urina. Não existe uma quantidade de repetições ideal de contração, porque depende de cada paciente. Ao contrário da falsa ideia de que a mulherada tem de aderir a essa malhação sozinha, Márcia avisa que é importante contar com a orientação de um profissional, evitando que o exercício seja feito incorretamente. Portanto, a proposta é similar à das academias convencionais, que contam com professores de educação física para criar as séries de exercícios de cada aluno e ensiná-los como cumprir a meta.

Contraindicação
Além disso, é importante ressaltar que a malhação íntima não é indicada em alguns casos, segundo a fisioterapeuta Elza. "Quando o músculo já é muito forte, também não é bom. Se não for necessário e fizer o exercício, pode trazer prisão de ventre, retenção de urina, dor no ato sexual. Para esses casos, existem exercícios com o intuito de alongar e relaxar, recomendados individualmente por um fisioterapeuta."

Vale lembrar que há um grupo de risco para o enfraquecimento do períneo. É composto por grávidas e pessoas com peso elevado, que entraram na menopausa ou na terceira idade. Não hesite em tirar dúvidas sobre o assunto com o ginecologista.

Como prevenir é sempre melhor do que tratar, a uroginecologista lista o que prejudica a questão: estar de mal com a balança, carregar peso, exercícios de alto impacto, esforço evacuatório crônico e tosse crônica.

Fisioterapia
Depois de adiar o início da fisioterapia por um ano, a confeiteira Cibele rendeu-se à proposta da médica no começo de 2009. Já sentiu uma diferença positiva na metade das dez sessões recomendadas.

Para adquirir a consciência da musculatura, contou com o auxílio do biofeedback, treinamento realizado com instrumentos que monitoram a contração muscular. "Era introduzida uma sonda na vagina e eu fazia alguns exercícios de contração, enquanto o computador media a força do movimento."

Também se beneficiou da eletroestimulação vaginal, que consiste em uma sonda ligada a um aparelho que emite correntes elétricas, indicada em casos de incontinência urinária. "Sentia alguns choquinhos dentro da vagina." Atualmente, faz acompanhamento periódico com um profissional e exercita-se em casa.

Entre os auxílios da fisioterapia, de acordo com Elza, estão os cones vaginais (dispositivo com pesos diferentes que é introduzido na vagina e busca fortalecer o músculo) e a eletroestimulação anal (para quem apresenta incontinência fecal).

Cirurgia
Quando a musculação não reverte o problema, normalmente porque já houve a ruptura dos ligamentos do assoalho pélvico, a solução é a cirurgia. A proposta consiste em corrigir a anatomia ao mesmo tempo em que estabelece novamente a função do órgão prejudicado.

http://saude.terra.com.br/interna/ 27 /o9 às 16:57

Uma em cada cinco mulheres não tem orgasmo



ESTUDO FEITO COM PACIENTES DE HOSPITAL DE SÃO PAULO MOSTRA TAMBÉM QUE 48,5% DAS MULHERES NÃO SENTEM VONTADE DE TER RELAÇÕES SEXUAIS COM O PARCEIRO






Dor na relação sexual, dificuldade de penetração, insatisfação com o comportamento do parceiro e falta de excitação são os principais motivos que levam as mulheres a não atingir o clímax na cama. Segundo levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde no Hospital Pérola Byington, uma em cada cinco mulheres que procuram o serviço não chega ao orgasmo nas relações sexuais.

Foram analisados 455 atendimentos entre 2007 e 2008 e 18,2% das pacientes receberam diagnóstico de anorgasmia (quando há falta de orgasmo) e outras 5,2%, de inibição sexual generalizada, ou seja, não sentem desejo sexual, não se excitam durante as relações e não chegam ao orgasmo. O principal problema das pacientes foi simplesmente não ter desejo de transar, um distúrbio chamado de desejo sexual hipoativo, que acomete 48,5% das mulheres.

Entre as mulheres atendidas pelo Centro de Referência e Especialização em Sexologia (CRESEX), que fica dentro do Hospital Pérola Byington, a maior parte delas (60%) era casada e 30% eram solteiras. “A grande maioria dos diagnósticos de distúrbios sexuais é de natureza psicológica, social ou cultural. Somente 13% das pacientes têm problema de natureza orgânica, como alterações hormonais ou distúrbios originados por alguma doença”, explica a médica e terapeuta sexual Tânia das Graças Mauadie Santana, coordenadora do CRESEX.


NOTÍCIAS PAIS & FILHOS 27/09 às 16:47h

Plante uma semente e colha frutos!!

A fome, um grande flagelo

Neste ano, segundo a ONU,um bilhão de pessoas passará fome no mundo.
Além disso, milhões de crianças morrem todo ano em razão da fome e da
des- nutrição. E a miséria não está somente no exterior, mas também
aqui no Brasil (do Bolsa Família), o quato maior produtor de alimentos
do mundo e o grande líder em diversos produtos de exportação, que
possui a maior área agricultável do planeta, com terras férteis. Apear
desse cenário, o país vive uma grande contradição, onde abundância e
pobreza convivem lado a lado. Destarte existem mansões e os casebres,
os latifúndios e os sem terra, o luxo e a miséria.

Nota-se que no ranking mundial da fome o Brasil ocupa o 9º lugar, com
milhões de pessoas vivendo na mais extrema miséria. É paradoxal, pois
somos uma das maiores economias do mundo e, vergonhosamente, os
números que nos são apresentados são a mostra clara de que a fome e a
sede sempre foram barganha de votos. E, como é sabido, não há
liberdade na fome, não há paz neste flagelo, não há justiça neste
sistema de acumulação de renda, não há cidadania quando os direitos
fundamentais do cidadão não são efetivados.

Muitas ações positivas foram conquistadas no decorrer dos anos. Um
grande exemplo é encontrado em 1948, quando os governantes de diversas
nações proclamaram a Declaração Universal do Homem e do Cidadão, que
em seu artigo 25º apregoa que todo o homem tem direito a um padrão de
vida digno, para si e para sua família. Foi um grande passo e um marco
importante para a história dos direitos sociais. Porém, sem vontade
política dos governantes e pressão popular as leis não chegam a ser
efetivadas, ficando adormecidas nos anais da história.

O Brasil convive com a grande acumulação do capital nas mãos de uma
pequena minoria, enquanto a desigualdade social cresce, e com ela a
violência da exclusão. Por sua vez, a Constituição Federal de 1988, em
se artigo 1º nos aponta que a cidadania, a dignidade da pessoa humana.
No entanto, já se passaram mais de duas décadas da promulgação de
nossa Carta Política e os brasileiros ainda convivem com a violência
da fome, da falta de atendimento na saúde pública, de moradias e de
emprego. Além disso, os objetivos da Magna Carta, nos incisos do
artigo 3º, nos indicam que a construção de uma sociedade livre, justa
e solidária implica numa drástica redução das desigualdades sociais.
Mas a Constituição Cidadã, sem a ,participação da sociedade organizada
não será efetivada. Nota-se que não é o desejo da elite dominante
diminuir o lucro, pois historicamente esta burguesia vive adormecida
nos berços esplêndidos do alto lucro.

O governo não pode fazer do Bolsa Família apenas um programa ma de
assistencialismo eleitoral, mas utilizá-lo como objetivo maior da
inclusão cidadã, onde a população possa em curto espaço de tempo
deixar esta dependência e construir sua cidadania plena. O País
precisa de um grande investimento na educação, com a valorização de
seus professores, de políticas de distribuição justa de renda, fomento
ao desenvolvimento industrial com ageração de empregos, realização da
reforma agrária nos grandes latifúndios improdutivos e incentivo aos
produtores que trabalham com afinco em suas propriedades. Com
sapiência, o grande pesquisador pernambucano, e autoridade sobre o
tema fome, Josué de Castro, nos apresenta: “Fome e guerra não obedecem
a qualquer lei natural, são criações humanas.”

(Valdenir Gonçalves é advogado - valdii@ibest.com.br – Opinião Jornal
O PARANÀ)

sábado, 26 de setembro de 2009

"Plante uma semente e colha frutos"





Conselheiras dos direitos da mulher discutem controle social



25/09/2009 - 15:12

Evento reuniu representantes de todos os estados brasileiros em Brasília. Painéis, grupos de trabalho e lançamento de livro fizeram parte da programação

Autonomia econômica, política e financeira; escolha de dirigentes por meio de eleição; garantia, em seus quadros, da representação dos movimentos sociais; recursos para capacitação; criação de normas, regimentos e referenciais básicos.

Essas foram algumas das reivindicações que resultaram dos grupos de trabalho formados no último dia do Seminário Conselhos de Direitos e Controle Social das Políticas Públicas para Mulheres, realizado pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), em Brasília, nos últimos dias 22 e 23, (terça e quarta-feiras).

Os objetivos do seminário foram fortalecer os conselhos de direitos da mulher como instrumentos de controle social das políticas públicas para as mulheres respeitando sua autonomia; instituir mecanismos de articulação política e comunicação dos conselhos entre as três esferas de governo e; reafirmar o compromisso dos conselhos estaduais com a construção de planos locais de políticas públicas para as mulheres orientados pelo II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM).

Participação - O evento reuniu cerca de cem pessoas entre presidentas e representantes dos conselhos estaduais e municipais das capitais, além das conselheiras nacionais. Na programação, painéis e trabalhos de grupo, além do lançamento do livro “20 anos de pesquisas sobre aborto no Brasil”, organizado pela pesquisadora Débora Diniz, com o apoio do Ministério da Saúde.

No primeiro dia aconteceram dois painéis. O primeiro, Conselhos e Controle Social teve como participantes a presidenta do Conselho Nacional e ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), Nilcéa Freire, a representante da comissão organizadora do evento, Nelita Frank e, o secretário nacional de Articulação Social, Gerson Almeida. A secretaria adjunta da SPM, Lourdes Bandeira, tratou sobre Os Conselhos e a construção dos Planos de Políticas para Mulheres, ao lado de Lúcia Rincon, representante do CNDM no Comitê de Monitoramento do PNPM.

Para Nilcéa Freire, o seminário representou um momento especial e oportuno em que se faz muito importante definir a institucionalidade de políticas públicas para as mulheres e sua participação no controle social das mesmas. Ela fez uma memória de 1985, quando foi criado o CNDM, até agora, pontuando mudanças de papéis e o surgimento de novas demandas, destacando desafios na economia, na cultura e na política. “Hoje, são prioridades a estadualização e a municipalização do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, o aumento da participação feminina nos espaços de poder, a igualdade de gênero no ordenamento jurídico e no mundo do trabalho”, exemplificou.

Acesse as apresentações clicando nos links abaixo.

1. Situação das Mulheres no Brasil hoje/Alguns dados para reflexão - Ministra Nilcéa Freire - Secretaria Especial de Políticas para Mulheres

2. PNPM: contexto histórico das I e II Conferências e da formulação dos I e II Planos, eixos, principais propostas do II PNPM e situação atual - profa Lourdes Bandeira /Subsecretária de Planejamento/Secretaria Especial de Políticas para Mulheres

3. Participação Social no Governo Federal - Gerson Almeida/Secretario Nacional de Articulação Social/Secretaria Geral da PR

4. 20 Anos Pesquisa aborto no Brasil - Debora Diniz/coordenadora da pesquisa

http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/ 26/09 às 13:34h

Primeira comandante mulher da frota da Transpetro toma posse nesta segunda-feira

Primeira comandante mulher da frota da Transpetro toma posse nesta segunda-feira
25/09/2009 - 17:34

Ministra Nilcéa Freire participa da cerimônia junto com o presente da Transpetro e o ministro de Minas e Energia

Hildelene Lobato Bahia, de 34 anos, será a primeira comandante mulher da frota da Petrobrás Transportes S.A (Transpetro). A cerimônia de entrega do Certificado de Nomeação será na segunda-feira (28/09), às 14h30, no Píer da Praça Mauá, no Rio de Janeiro, e conta com a presença da ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, e o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão.

Durante a solenidade de posse, a ministra Nilcéa Freire fará um pronunciamento, Sergio Machado entregará o Certificado de Nomeação à Comandante Hildelene Lobato Bahia e caberá ao ministro Edson Lobão colocar a estrela de Comando Dourada na homenageada.

Também estarão presentes autoridades de governo, representantes da Marinha, entidades de classes, sindicatos, estaleiros, representantes do Porto do Rio de Janeiro, corpo gerencial da Transpetro, Petrobrás e subsidiárias, além de estudantes do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga).

Perfil - Hildelene Lobato Bahia é formada em Ciências Contábeis e é integrante da primeira turma da EFOMM do Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), em Belém. Já no posto de 1º Oficial de Náutica, assumiu a função de 1º Piloto no Navio-Tanque Lorena BR da Transpetro (PETROBRAS) e desde 2005 a função de Imediato do mesmo navio, sendo a primeira brasileira a atingir esse patamar na carreira de marítimos.

http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/ 26/09 às 13:28






sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Atitude Cidadã

“Se não vejo na criança uma criança, é porque alguém a violentou antes, e o que vejo é o que sobrou de tudo que lhe foi tirado. Essa que vejo na rua, sem pai, sem mãe, sem casa, cama e comida, essa que vive a solidão das noites sem ninguém por perto, é um grito, um espanto. Diante dela o mundo deveria parar para começar um novo encontro, porque a criança é o princípio sem fim e o seu fim é o fim de todos nós”. (Herbert de Souza - Betinho, sociólogo, 03/11/1935 – 09/08/1997).





Vote no Prêmio Betinho – Atitude Cidadã. Indico a Diretora de Projetos da Fundação Nosso Lar, Ivania Ferronato.

Clique para votar
http://www.coepbrasil.org.br/premiobetinho/

Carlos Luz 25/09 às 08:37h

Novo Conselho Tutelar

Aconteceu no último dia 16 a eleição dos novos Conselheiros Tutelares de Foz do Iguaçu. O Colégio Eleitoral foi composto por 162 entidades, das quais 158 compareceram para votar.

Os novos Conselheiros eleitos são:

Maria Sirlei Lopez - 24 votos;

Marcio Rosa da Silva - 17 votos;
José Wilson Teodoro de Souza - 14 votos;
Rita Rauber Petter - 12 votos;
Anna Camila Werminghoff - 12 votos.

Os novos Conselheiros assumem suas funções no dia 15 de outubro.

(Fonte: Advogados pela Infância)

.Carlos luz 25/09 às 08:31h

Vazão das Cataratas está quase cinco vezes maior que o normal











Os turistas que visitaram um dos cartões-postais do Paraná, as Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, na região Oeste, nesta quinta-feira (24), tiveram uma experiência marcante. Em razão das chuvas que atingiram todo estado nos últimos dias, a vazão das quedas estava quase cinco vezes maior que em dias normais. Foram registrados sete mil metros cúbicos de água por segundo, quando o normal é 1,5 mil.

Os visitantes puderam aproveitar todo o passeio, pois as passarelas não foram interditadas. A água chegou a um metro do mirante da Garganta do Diabo. Quem se aventurou a cruzar a passarela saiu molhado pela nuvem de água formada pela força das
Em dois dias choveu 80% do volume esperado para todo o mês de setembro em Foz do Iguaçu

Apesar do volume de água, as passarelas não foram interditadas

Visão diferente do mês de abril, quando a estiagem reduziu o volume de água nas Cataratas.

Visitantes saíram molhados pela nuvem de água formada pela força das quedas

De acordo com a TV Cataratas, em dois dias choveu 80% do volume esperado para todo o mês de setembro em Foz do Iguaçu. A visão é bem diferente da registrada em abril. A estiagem prolongada no interior do Paraná havia reduzido o volume para 310 metros cúbicos por segundo.

As quedas fazem parte do Parque Nacional do Iguaçu, tombado em 1986 pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade. Formadas há aproximadamente 150 milhões de anos, as cataratas são compostas por aproximadamente 275 quedas, com altura de 70 metros.

Temporais

O município de Pitanga, no Centro-Sul do Paraná, decretou estado de calamidade pública no fim da tarde de quarta-feira (23) por conta das fortes chuvas (22)que provocaram cheias nos rios e enchentes em vários pontos da cidade a partir da noite de terça-feira. A medida visa garantir o recebimento de recursos dos governos estadual e federal para a recuperação dos estragos na cidade, mas ainda depende de reconhecimento por parte das coordenadorias estadual e nacional de Defesa Civil.

Em dois dias choveu 80% do volume esperado para todo o mês de setembro em Foz do Iguaçu (Christian Rizzi - Gazeta do Povo)

De acordo com balanço final da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, um total de 53.355 pessoas foram afetadas pelas chuvas que caíram entre a noite de terça e a manhã de quarta-feira em todo o Paraná. Ao todo, 429 residências tiveram algum tipo de dano, fazendo com que 135 pessoas tivessem de ir para casas de familiares, e 114 para abrigos públicos. Em Pitanga, apesar de não haver registro de desabrigados ou desalojados, 50 casas foram danificadas, afetando cerca de 200 pessoas, segundo a Defesa Civil.

Gazeta do Povo 25 /o9 às 08:41h

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Concurso – Construção do Plano Estadual de Política para as Mulheres.

Concurso – Construção do Plano Estadual de Política para as Mulheres.
1. Serão apoiados os quinze melhores projetos de construção de planos estaduais de
políticas para as mulheres apresentados a esta Secretaria Especial de Políticas para as
Mulheres
a. Os projetos deverão ser enviados até o dia 22 de setembro* à chefia de
gabinete desta SPM por meio do e-mail cintia.rodrigues@spmulheres.gov.br.
* Prazo para envio dos projetos foi prorrogado até o dia 30 de setembro de 2009.
2. Só poderão concorrer estados que tenham algum tipo de mecanismo governamental de
políticas para as mulheres formalmente instituído no âmbito dos governos estaduais.
3. São critérios de pontuação para seleção dos quinze melhores projetos:
a. Adesão do estado ao Pacto Nacional pelo Enfrentamento da Violência contra
as Mulheres;
b. Existência de Comitê Gestor Estadual do Pacto Nacional;
c. Clareza, objetividade e consistência do Projeto;
d. Adequação às orientações estabelecidas neste documento.
4. Os projetos deverão trazer:
a. Metodologia de construção do Plano Estadual de Políticas para as Mulheres;
b. Composição, formato e forma de funcionamento do Comitê Estadual de
Articulação e Monitoramento do Plano;
c. Metodologia de monitoramento e avaliação das ações do Plano Estadual;
d. Estratégias para inserção dos eixos transversais (capítulos 9 e 10 do II Plano
Nacional de Políticas para as Mulheres) no Plano Estadual;
e. Contemplar, no mínimo, quatro eixos do II PNPM;
f. Forma de participação da sociedade civil em todo o processo;
g. Forma de participação dos governos municipais;
h. Previsão de data de instalação do Comitê e de lançamento do Plano;
i. Metodologia de definição do orçamento do Plano;
j. Ações que abarquem um prazo mínimo de execução de 2 anos (coincidente
com o PPA 2008-2011).
5. Cada estado selecionado receberá um valor de R$ 50 mil para a elaboração de seu
plano estadual de políticas para as mulheres.
a. A liberação dos recursos ficará condicionada à formalização do Comitê de
Articulação e Monitoramento do Plano Estadual..
6. Os projetos serão avaliados por comissão interna desta Secretaria Especial de Políticas
para as Mulheres, integrada por representantes:
a. Do Gabinete;
b. Da Subsecretaria de Articulação Institucional;
c. Da Subsecretaria de Enfrentamento da Violência;
d. Da Subsecretaria de Planejamento de Políticas para as Mulheres.
7. O resultado da seleção será divulgado no dia 28/09, por meio do site da Secretaria
Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) e por correspondência eletrônica às
instituições proponentes.
8. Os estados que tiverem suas propostas apoiadas deverão reformular algum de seus
projetos já encaminhados pela SPM por ocasião da abertura de edital no início do ano,
de modo a que passem a contemplar também a construção dos planos estaduais.
a. A Secretaria indicará aos estados alternativas de projetos a serem adequados.
9. Os projetos adaptados deverão ser encaminhados à SPM, via Siconv, até o dia
09/10/2009.

http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/ 24/09 as 08:37

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

LEIA A MOÇÃO DE APOIO AO MANIFESTO CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS MULHERES QUE PRATICAM ABORTO DOS CONSELHOS REGIONAIS E FEDERAL DESERVIÇO SOCIAl

Nós, assistentes sociais, delegadas/os, observadores/as e convidadas/os reunidas/os no 38º Encontro Nacional CFESS/CRESS realizado em Campo Grande/MS no período de 06 a 09 de setembro de 2009 manifestamos nosso apoio ao Manifesto contra a criminalização das mulheres que praticam aborto apresentado pela Frente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto.

Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda temos uma legislação do século passado - 1940 -, que criminaliza a mulher e quem a ajudar.

A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas, saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de saúde pública.

As mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades, são as que mais sofrem com a criminalização. São estas que recorrem a clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado, opções seguras para as mulheres ricas.

A estratégia dos setores ultraconservadores, religiosos, intensificada desde o final da década de 1990, tem sido o "estouro" de clínicas clandestinas que fazem aborto. Os objetivos destes setores conservadores são punir as mulheres e levá-las à prisão. Em diferentes Estados, os Ministérios Públicos, ao invés de garantirem a proteção das cidadãs, têm investido esforços na perseguição e investigação de mulheres que recorreram à prática do aborto. Fichas e prontuários médicos de clínicas privadas que fazem procedimento de aborto foram recolhidos, numa evidente disposição de aterrorizar e criminalizar as mulheres. No caso do Mato Grosso do Sul, foram quase 10 mil mulheres ameaçadas de indiciamento; algumas já foram processadas e punidas com a obrigação de fazer trabalhos em creches, cuidando de bebês, num flagrante ato de violência psicológica contra estas mulheres.

A estas ações efetuadas pelo Judiciário somam-se os maus tratos e humilhação que as mulheres sofrem em hospitais quando, em processo de abortamento, procuram atendimento. Neste mesmo contexto, o Congresso Nacional aproveita para arrancar manchetes de jornais com projetos de lei que criminalizam cada vez mais as mulheres.

Deputados elaboram Projetos de Lei como o "bolsa estupro", que propõe uma bolsa mensal de um salário mínimo à mulher para manter a gestação decorrente de um estupro. A exemplo deste PL, existem muitos outros similares.

A criminalização das mulheres e de todas as lutas libertárias é mais uma expressão do contexto reacionário, criado e sustentado pelo patriarcado capitalista globalizado em associação com setores religiosos fundamentalistas. Querem retirar direitos conquistados e manter o controle sobre as pessoas, especialmente sobre os corpos e a sexualidade das mulheres.

Ao contrário da prisão e condenação das mulheres, o que necessitamos e queremos é uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple todas as condições para uma prática sexual segura.

A maternidade deve ser uma decisão livre e desejada e não uma obrigação das mulheres. Deve ser compreendida como função social e, portanto, o Estado deve prover todas as condições para que as mulheres decidam soberanamente se querem ou não ser mães, e quando querem. Para aquelas que desejam ser mães devem ser asseguradas condições econômicas e sociais, através de políticas públicas universais que garantam assistência a gestação, parto e puerpério, assim como os cuidados necessários ao desenvolvimento pleno de uma criança: creche, escola, lazer, cultura, saúde.

As mulheres que desejam evitar gravidez devem ter garantido o planejamento reprodutivo e as que necessitam interromper uma gravidez indesejada deve ser assegurado o atendimento ao aborto legal e seguro no sistema público de saúde.

Neste contexto, não podemos nos calar!

Nós, sujeitos políticos, movimentos sociais, organizações políticas, lutadores e lutadoras sociais e pelos diretos humanos, reafirmamos nosso compromisso com a construção de um mundo justo, fraterno e solidário, nos rebelamos contra a criminalização das mulheres que fazem aborto, nos reunimos nesta Frente para lutar pela dignidade e cidadania de todas as mulheres.

Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe. E nenhuma mulher pode ser obrigada a ser mãe.

Por uma política que reconheça a autonomia das mulheres e suas decisões sobre seu corpo e sexualidade.

Pela defesa da democracia e do principio constitucional do Estado laico, que deve atender a todas e todos, sem se pautar por influências religiosas e com base nos critérios da universalidade do atendimento da saúde!

Por uma política que favoreça a mulheres e homens um comportamento preventivo, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de proteção à saúde, de concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito.

Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter feito aborto!

Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres!

Pela não criminalização das mulheres!

Campo Grande- MS, 09 de setembro de 2009.

Conselho Federal de Serviço Social (CFESS)

Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS)

Aprovada na Plenária Final do 38º. Encontro Nacional CFESS/ CRESS, realizado de 06 a 09 de setembro de 2009 em Campo Grande-MS.



http://catolicasonline.org.br/ExibicaoNoticia.aspx?cod=548 23/09 as 1017

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Religiões se unem no Rio para pedir liberdade e tolerância

Rio de Janeiro, 20 set (EFE).- Milhares de pessoas se reuniram hoje na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, em uma caminhada contra a intolerância e pela liberdade religiosa que, em uma demonstração de integração, reuniu seguidores de diferentes credos.


Católicos, evangélicos, judeus, muçulmanos, budistas e hinduístas se juntaram na 2ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, que também contou com a participação de muitos ciganos, além de seguidores do movimento Hare Krishna e de religiões de origem africana, como o candomblé e a umbanda.

"Ainda sofremos, como em todo o mundo. No Brasil, como a mistura é muito grande, há um pouco mais de tolerância, mas ainda há muito preconceito e discriminação", disse à Agência Efe o fundador e presidente da União Cigana do Brasil, Mio Vacite.

A mobilização percorreu a orla da praia de Copacabana ao som de tambores e cânticos africanos que deram um toque festivo à marcha. Capoeiristas também participaram do ato, junto com representantes de outros movimentos como os bahai, os Filhos de Gandhi e espíritas, entre outros.

Segundo os organizadores, delegações de países como Angola, Argentina, Congo, Nigéria, Paraguai e Uruguai também estiveram presentes na manifestação.

A caminhada foi convocada para defender a paz e a tolerância religiosa, e em repúdio a demonstrações de intolerância sofridas recentemente por praticantes de crenças como a umbanda.

Além disso, algumas organizações muçulmanas denunciaram o tratamento discriminatório que, segundo afirmam, sofrem em locais como postos de controle dos aeroportos.

Na manifestação, o ministro de Igualdade Racial, Edson Santos, tomou a palavra e ressaltou o trabalho que o Governo tem feito para assegurar a igualdade religiosa no país.

"Estamos criando o Programa Nacional de Proteção e Promoção das Religiões de Matriz Africana em nosso país", disse o ministro. EFE


Yahooo

sábado, 19 de setembro de 2009

Mini-reforma eleitoral: um passo adiante





Em segundo turno, a Câmara dos Deputados aprovou alguns pontos para ampliar a participação das mulheres na política

A mini-reforma eleitoral aprovada, na noite desta quarta-feira (16/09), em segundo turno na Câmara dos Deputados avança em alguns pontos no tema da ampliação da participação das mulheres na política. Foi instituída a punição para o partido que não preencher o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo. Ontem, algumas emendas aprovadas no Senado que avançavam em relação ao texto da Câmara foram rejeitadas, entre elas o aumento da obrigatoriedade de utilização de 5% para 10% dos recursos do Fundo Partidário na criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres.

Entre os pontos aprovados, que beneficiam diretamente as mulheres brasileiras estão:

1. O parágrafo terceiro do artigo 10 da Lei 9.504/1997 passa a vigorar com a seguinte redação: Do número de vagas resultante das regras previstas neste artigo, cada partido ou coligação preencherá o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo.

Na redação anterior a palavra utilizada era reservará. Com a mudança os partidos têm de, necessariamente, manter a proporcionalidade de um mínimo de 30% e um máximo de 70% por sexo na sua lista de candidaturas.

2. São acrescidos o inciso V e o parágrafo 5º ao Artigo 44 da Lei 9.096/1995 que regula a aplicação de recursos do Fundo Partidário:

V. Na criação e manutenção de programas de promoção e difusão da participação política das mulheres conforme percentual que será fixado pelo órgão nacional de direção partidária, observado o mínimo de 5% do total. (NR)

§ 5º o partido que não cumprir o disposto no inciso V do caput deste artigo deverá, no ano subseqüente, acrescer o percentual de 2,5% do Fundo Partidário para essa destinação, ficando impedido de utilizá-lo para atividade diversa.

3. O artigo 45 da Lei 9.096/1995, que trata da propaganda partidária gratuita fica acrescido do inciso IV:

IV – promover e difundir a participação política feminina, dedicando às mulheres o tempo que será fixado pelo órgão nacional de direção partidária, observado o mínimo de 10%.

Mobilização - Para a manutenção desses avanços foi fundamental o trabalho realizado pela Comissão Tripartite instituída pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) para a revisão de Lei 9.504/1997, em estreita articulação com a Bancada Feminina no Congresso Nacional e o movimento feminista e de mulheres, junto aos parlamentares da Câmara e do Senado.

Somente três emendas das 67 apresentadas pelo Senado foram incorporadas pela Câmara. A principal delas explicita que a manifestação do pensamento por meio da internet é livre, vedado o anonimato durante as campanhas. O projeto segue agora para sanção presidencial


O Conselho da Comunidade de Foz do Iguaçu.








O Conselho da Comunidade de Foz do Iguaçu, preocupado com a situação que se encontram as mulheres grávidas presas na Cadeia Publica Laudemir Neves realizou nesta sexta-feira(18) uma visita técnica acompanhada de uma profissional de enfermagem, Cecília Paulina Gomes, cedida pela Secretaria Municipal de Saúde.

A Cadeia Publica Laudemir Neves, abriga hoje cerca de 160 mulheres, entre estas 9 grávidas.

O objetivo da visita técnica foi conhecer através de anamnese os principais problemas que teremos que sanar, afim de cumprir a lei no que tange a mulher presa grávida.

O Presidente da Republica sancionou a Lei n. 11.942, de 28.5.2009, que promoveu pequenas alterações no texto da Lei de Execução Penal, com vistas a aumentar as garantias em favor das presas grávidas ou parturientes e, por consequência, de seus filhos.Uma das mudanças trata da assistência à saúde dos presos, com o seguinte teor: "Será assegurado acompanhamento médico à mulher, principalmente no pré-natal e no pós-parto, extensivo ao recém-nascido.”

Por isso o Conselho da Comunidade e seus parceiros, criaram dentro do Projeto A.M.E.(Apoio à mulher Encarcerada) ações específicas à saúde da mulher privada de liberdade, que incluem as gestantes e parturientes que estão no sistema penitenciário, foram previstas metas como:

�� ações para detecção precoce e tratamento do câncer cérvico‐uterino e de mama;

�� ações para diagnóstico e tratamento das DST/AIDS;

�� assistência à anticoncepção;

�� assistência ao pré‐natal de baixo e alto risco;

�� imunização das gestantes;

�� assistência ao puerpério;

�� ações educativas sobre pré‐natal, parto, puerpério, anticoncepção, controle do câncer

cérvico‐uterino e de mama, e doenças sexualmente transmissíveis;

�� atendimento de intercorrências e partos.

A unidade prisional onde encontram-se as presas em nossa Comarca, CPLN, não atenderá o restante da Lei elencada, por não se tratar de um penitenciária feminina e por nao possuir as adequações necessárias para que a mulher presa possa permanecer com seu filho pós-parto.

O objetivo do Conselho da Comunidade é assegurar às mães presas e aos recém-nascidos condições mínimas de assistência.




quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Criação de nova Agência para Mulheres é aprovada em Assembléia da ONU




Criação de nova Agência para Mulheres é aprovada em Assembléia da ONU
16/09/2009 - 15:56

Nova Agência das Nações Unidas para as Mulheres é um instrumento capaz de garantir mais recursos para as disputas políticas das mulheres

A Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, nesta segunda-feira (14.09), em Nova York, a criação da Agência das Nações Unidas para as Mulheres, que deverá unificar e consolidar o trabalho desenvolvido pelas quatro estruturas que atuam na promoção da equidade de gênero e empoderamento das mulheres. São estas: Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres (UNIFEM), Assessoria Especial do Secretário Geral para Assuntos de Gênero (OSAGI), Divisão das Nações Unidas para o Avanço das Mulheres (DAW) e Instituto Internacional de Pesquisa e Treinamento para o Avanço das Mulheres (INSTRAW).

A Agência é um instrumento capaz de garantir mais recursos para as disputas políticas das mulheres, melhoria no assessoramento aos países e governo e mais integração das agências das Nações Unidas na agenda da equidade de gênero. A autoridade máxima da nova Agência das Nações Unidas para s Mulheres terá status de Subsecretária Geral – terceira posição da hierarquia do sistema ONU.

Durante Assembléia, foi recomendado ao secretário-geral da ONU Ban Ki-moon a apresentação de uma proposta para incorporar as entidades existentes, que inclua organograma, fontes e formas de financiamento e composição do conselho executivo para a supervisão das atividades da nova agência. Mais de 300 organizações não-governamentais já solicitaram rapidez no processo de estruturação da Agência e também nomeação imediata de uma liderança, com atuação reconhecida pelos movimentos de mulheres e gênero, para logo conduzir o processo de unificação das quatro entidades que existem hoje.




Criação de nova Agência para Mulheres é aprovada em Assembléia da ONU
16/09/2009 - 15:56

Nova Agência das Nações Unidas para as Mulheres é um instrumento capaz de garantir mais recursos para as disputas políticas das mulheres

A Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou, nesta segunda-feira (14.09), em Nova York, a criação da Agência das Nações Unidas para as Mulheres, que deverá unificar e consolidar o trabalho desenvolvido pelas quatro estruturas que atuam na promoção da equidade de gênero e empoderamento das mulheres. São estas: Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para as Mulheres (UNIFEM), Assessoria Especial do Secretário Geral para Assuntos de Gênero (OSAGI), Divisão das Nações Unidas para o Avanço das Mulheres (DAW) e Instituto Internacional de Pesquisa e Treinamento para o Avanço das Mulheres (INSTRAW).

A Agência é um instrumento capaz de garantir mais recursos para as disputas políticas das mulheres, melhoria no assessoramento aos países e governo e mais integração das agências das Nações Unidas na agenda da equidade de gênero. A autoridade máxima da nova Agência das Nações Unidas para s Mulheres terá status de Subsecretária Geral – terceira posição da hierarquia do sistema ONU.

Durante Assembléia, foi recomendado ao secretário-geral da ONU Ban Ki-moon a apresentação de uma proposta para incorporar as entidades existentes, que inclua organograma, fontes e formas de financiamento e composição do conselho executivo para a supervisão das atividades da nova agência. Mais de 300 organizações não-governamentais já solicitaram rapidez no processo de estruturação da Agência e também nomeação imediata de uma liderança, com atuação reconhecida pelos movimentos de mulheres e gênero, para logo conduzir o processo de unificação das quatro entidades que existem hoje.

http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm





Campanha Vencer a Pobreza Juntos



A Campanha Vencer a Pobreza Juntos é uma comunidade virtual que combate a fome.

Clique aqui para participar da Campanha assinando o manifesto que será enviado ao Congresso Nacional em outubro de 2009.

O Brasil é o 9º. País com maior número de pessoas com fome.
No mundo todo mais de 1 bilhão de pessoas passam fome.
O Brasil tem 15 milhões de crianças desnutridas.
A cada dia 275 mil começam a passar fome.
5% das crianças brasileiras menores de cinco anos sofrem de anemia crônica por falta de ferro na alimentação.

Estes são alguns dados divulgados pelo site da Campanha Vencer a Pobreza Juntos, coordenada pela ActionAid, organização que trabalha há 37 anos no combate à pobreza em mais de 50 países. No Brasil há 10 anos e em 13 estados brasileiros, a ActionAid promove projetos sustentáveis com mais de 300 mil pessoas de comunidades pobres.

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Direito à alimentação

Artistas apóiam campanha que pede a inclusão do direito à alimentação na Constituição Federal. A campanha é uma parceria entre o Conselho Nacional de Segurança Alimentar (Consea), a ActionAid e diversas organizações da sociedade civil.

Assista ao vídeo da campanha

Postado por Carlos Luz


Mulher presa tem situação crítica no PR



Estado é o segundo em número de detentas no Brasil. Grande parte fica em delegacias por falta de vagas nas penitenciárias

Publicado em 17/09/2009 | Vinicius Boreki


O 9.º Distrito Policial de Curitiba, no bairro Santa Quitéria, ilustra a atual situação das mulheres presas no Paraná: a delegacia registrou uma fuga de 15 presas neste fim de semana e é objeto de uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) devido à superlotação e à falta de condições sanitárias. Delegacias como essa abrigam as mulheres que aguardam julgamento e muitas que já foram condenadas, mas não podem ser encaminhadas a presídios por falta de vagas no sistema carcerário.

De acordo com o Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila dados de 2008 do Ministério da Justiça e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), o Paraná ocupa a segunda colocação – perdendo apenas para São Paulo – em número absoluto de mulheres no sistema penitenciário. E, segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania (Seju), outras mil estão encarceradas em delegacias.

Maior parte está detida por relação com droga

De acordo com a OAB-PR, cerca de 90% das presas do Paraná estão relacionadas de alguma forma ao tráfico de drogas. Muitas vezes, porém, a presa não usa nem vende entorpecentes. “Se a Polícia Militar invade uma casa e encontra algo ilegal, leva todo mundo preso, mesmo que não tenha relação com a droga”, diz Isabel Kugler Mendes, secretária da Comissão de Direitos Humanos da OAB-PR. Por esse e outros motivos, 70% das presas são primárias – foram capturadas em seu primeiro delito.

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Duas cadeias devem ser construídas

Das 26 unidades prisionais paranaenses, apenas duas são femininas – a Penitenciária Feminina de Piraquara e o Centro de Regime Semiaberto Feminino. Com a intenção de diminuir o déficit de vagas no estado, a Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania (Seju) planeja construir, ainda sem data definida, dois novos presídios femininos no interior: em Londrina e Foz do Iguaçu.

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O problema paranaense se evidencia na comparação de presas com outros estados com população maior. O Rio Grande do Sul (200 mil habitantes a mais) mantém 1.303 presas; Minas Gerais (9,5 milhões de habitantes a mais) tem 1.252 encarceradas; e o Rio de Janeiro (5,5 milhões de habitantes a mais) tem 1.166 presidiárias. O Paraná – descontando as detentas mantidas em delegacias – tem 1.564 presas.

Tráfico

Os fatores que levam o Paraná a estar entre os primeiros do ranking de mulheres encarceradas são desconhecidos por especialistas. Há, no entanto, uma soma de indícios. Coordenador-geral do Departa­mento Penitenciário do Paraná, órgão ligado à Seju, Cezinando Paredes considera o tráfico de drogas responsável pelo índice. “Como as fronteiras paranaenses são ponto de entrada de drogas, existem muitas mulheres participando do tráfico”, diz. “Anti­ga­mente, era mais comum a participação feminina em roubos. Hoje, elas integram quadrilhas ao lado dos companheiros”.

A diretora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, Julita Lemgruber, afirma que um maior número de prisões não representa aumento da violência. “Pode significar uma postura diferente da polícia”, avisa. Para exemplificar, a coordenadora lembra da Criação das Delegacias Especiais de Atendi­mento à Mulher. Com elas, houve aumento do registro de casos de violência doméstica em todo o país. “Não quer dizer que a violência aumentou, mas apenas que as mulheres passaram a se sentir mais seguras para prestar a queixa”, esclare


Delegacias

As delegacias femininas para­naenses são verdadeiros cenários para filme de terror. No último relatório expedido pela Seção Paraná da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PR), havia 67 mulheres em um espaço para 16 no 9.º Distrito Policial de Curitiba. “Em geral, tem-se quatro vezes mais mulheres do que deveria. Isso é uma constante no 9.º DP”, afirma Isabel Kugler Mendes, secretária da Comissão de Direitos Humanos da OAB-PR. Superlo­tação que cria situações desumanas. “São ambientes cruéis, muito sujos, totalmente escuros, com pouquíssima claridade”, diz. “Quase não há ventilação. Eu costumo dizer que elas ficam sem ar”, completa.

Muitas das presas já deveriam estar em presídios. “Há uma mistura de pessoas já condenadas com outras que estão aguardando condenação. É um problema muito sério. Na Justiça, existe lei que determina que, em 80 e poucos dias, o processo deveria estar em vias da primeira audiência. Mas não é isso que ocorre”, diz Isabel. Todos esses abusos se repetem nas demais delegacias do interior do estado, segundo a Comissão de Direitos Humanos da Ordem.

Presidente da Comissão de Estabelecimentos Prisionais da OAB-PR e coordenadora do Projeto OAB Cidadania, Lúcia Maria Beloni Corrêa Dias afirma que o inchaço poderia ser evitado com medidas simples. “É necessário avaliar se há ou não necessidade de aguardar no cárcere. Se tem emprego e domicílio informado, por que não aguardar a decisão em liberdade, no caso de crimes de menor potencial ofensivo?”, questiona.

Para isso haveria necessidade de acompanhamento contínuo dos homens e mulheres que entram no sistema, conhecendo as razões para a prisão. “Com esses dados, já se pode analisar e dar esse benefício sem continuar onerando o estado”, diz. “Não queremos tirar bandido da cadeia, queremos que haja seleção e condições para que as pessoas paguem por seus delitos. Caso contrário, a Constituição é letra morta”, ressalta Isabel.

A Secretaria de Estado da Segurança Pública, responsável pelo cárcere em delegacias, informou, por e-mail, que as detentas encontram no 9.º DP “condições diferenciadas do que havia nos anos anteriores. Elas têm direitos fundamentais assegurados, como banho de sol”. Quatro vezes por semana, as presas são visitadas por diferentes entidades, que realizam atividades e levam alimentos e roupas. As boas condições, conforme a Sesp, se repetem nas delegacias do interior: “As presas têm seus direitos assegurados”. A Sesp diz ter esvaziado 11 distritos em Curitiba, desde o início do ano – apenas o 9.º e o12.º DP continuam a receber presos.

A Sesp afirma ter uma tarefa bastante árdua, pois precisa, ao mesmo tempo, esvaziar os distritos, mas manter a proteção da sociedade. “Defender o direito do preso é importante para que possamos contar com sua recuperação social, mas para a polícia, o dever primordial é o de defender a sociedade da violência praticada por esses criminosos”, diz o e-mail.

Gazeta do povo