quarta-feira, 26 de maio de 2010

Seleção faz as pazes com a torcida antes de ir embora.





Centenas de torcedores acompanharam a despedida dos jogadores no aeroporto







Exatamente ao meio dia, desta quarta-feira (26), o aeroporto Afonso Pena parou. Torcedores, passageiros e funcionários, no ritmo de instrumentos de percussão, cantavam “eu sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor...” para receber e ao mesmo tempo se despedir da seleção brasileira de futebol. O cordão de isolamento feito pelos cerca de 200 policiais militares, que faziam a segurança do local, não impediram a torcida de ir ao delírio, berrando, tirando fotos e pegando na mão dos jogadores. Foi a oportunidade de demonstrar todo o carinho que não puderam manifestar na chegada dos jogadores a Curitiba, quando saíram direto dos aviões direto para o ônibus, que os levaram para o CT do Atlético, sem nenhum contato com os torcedores.



Seleção faz as pazes com a torcida antes de ir embora
Qua, 26 de Maio de 2010 14:55 Daiane Rosa

As 749 vagas do estacionamento do aeroporto também não foram suficientes para acomodar tanta alegria que os curitibanos traziam no rosto. Com isso, o jeitinho “brasileiro” que muitos tiveram, para não perder a oportunidade de ver os jogadores, foi de estacionar em local proibido. “Meu coração disparou junto com a bateria quando eles chegaram”, confessa Ghabryel Yuri Pereira Nazaro, de 12 anos, que veio acompanhado dos avôs e disse estar muito orgulhoso. “Acho que vai demorar muito para mim ter outra chance como essa”.




O avó dele, Sérgio Adriano Pereira, disse que foi bastante chato quando eles vieram recepcionar a seleção e ninguém apareceu, mas que agora valeu a pena. “Que beleza. Foi tudo lindo!”, afirmou. Já o estudante universitário Alci Costa Farias veio apenas hoje e também saiu satisfeito. “É uma oportunidade, que muitas vezes, é única para quem venho prestigiar, eu tirei todas as fotos possíveis para registrar esse momento”, relata.




A estudante Jhennyfer Lopes de Barros ama futebol e garantiu que conseguiu pegar na mão de Robinho, na terça-feira (25), quando os atletas foram até o portão do CT do Atlético receber os fãs. “Nossa, conseguir ver eles lá, deu mais vontade ainda de vir aqui na despedida”, confessou. “O Kaká leio o nosso cartaz em que estava escrito ‘Kaká confia nas promessas do senhor’ e piscou para mim”, conta a estudante Gabriela Pereira que perdeu duas provas para ver os ídolos, e não se aguentava de tanta emoção.




Depois de tanta gritaria, a torcida saiu correndo para a sala de vidro que possibilita ver a partida dos aviões. Lá estava o avião exclusivo da TAM, patrocinadora e transportadora oficial da seleção, decorado com dizeres de torcedores como “Brasil te amo de coração. Traga o hexa nesse avião”. As 12h45, o avião decolou, acompanhado de gritos de apoio da torcida que ficava no aeroporto, rumo a Brasília, onde os jogadores se encontraram com o presidente Lula, antes de embarcar para a copa na África do Sul.


FONTE
http://jornale.com.br/portal/esporte/143-04-esporte/4252-selecao-faz-as-pazes-com-a-torcida-antes-de-ir-embora.html

O perigo mora em casa

O perigo mora em casa

Pesquisa das Nações Unidas revela temor dos brasileiros com a violência dentro da família. Para 90%, sensação é de que a criminalidade está aumentando
Publicado em 26/05/2010 | Vinicius Boreki




Nove entre dez brasileiros – 90,1% – consideram que a violência está crescendo. No Paraná, a sensação de insegurança supera a média nacional: 91,5%. Pior: para 23% dos entrevistados de todo o Brasil, o medo é de que o agressor esteja dentro da própria família. Após a óbvia ação dos criminosos, mencionados por 56%, os brasileiros temem a violência doméstica. No estado, o índice, apesar de pouco menor, também sustenta a segunda colocação, à frente da violência relacionada ao trânsito, às escolas e à comunidade onde se vive. Os dados integram o Relatório de Desenvolvimento Humano 2010, divulgado ontem pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) na área da violência contra a criança, o adolescente e a mulher, Mirian Botelho Sagim explica que a percepção da sociedade faz sentido porque a violência familiar de certa forma gera todos os outros tipos de agressões. “Se a família fosse estruturada, não haveria problema no trânsito ou na escola”, afirma. A forma de resolver o problema talvez explique as razões de preocupação por parte da população. “É fácil resolver o problema do trânsito, basta colocar mais guardas e vigiar os motoristas. Na família, cada um deve educar, cuidar e dar exemplo para o filho. É mais complexo”, diz.

Daniel Derevecki/Gazeta do Povo
Daniel Derevecki/Gazeta do Povo / “Os assaltantes haviam levado um óculos e tentei correr atrás deles. Mas vi que não valia a pena e passei dois dias trabalhando com medo.” Maurício Marchiorato, gerente de uma ótica que foi assaltado no centro de Curitiba Ampliar imagem

“Os assaltantes haviam levado um óculos e tentei correr atrás deles. Mas vi que não valia a pena e passei dois dias trabalhando com medo.” Maurício Marchiorato, gerente de uma ótica que foi assaltado no centro de Curitiba

* Saiba mais
* Confira os pontos da pesquisa na área de educação e violência
* Saiba quais são os tipos de violência doméstica
* Brasileiros dizem valorizar o bem-estar do próximo

Dono de ótica em Curitiba já foi assaltado cinco vezes

Marina Fabri, especial para a Gazeta do Povo

Em Curitiba, o aumento da violência é um tormento com o qual comerciantes e moradores aprenderam a conviver. Proprietário de uma ótica no Centro, Alberto Pereira Jardim é quase um colecionador de assaltos. Foram cinco vezes: três dentro da loja e duas fora – a última lhe rendeu prejuízo de R$ 2 mil. “Já aprendemos até a identificar alguns grupos de ‘figurinhas carimbadas’”, conta. Como medida de segurança, as lojas da região fecham as portas no mesmo horário, por volta das 19 horas.

Maurício Marchiorato, gerente de outra ótica, chegou a correr atrás de uma dupla de assaltantes. A valentia durou pouco, enquanto o temor persistiu. “Eles haviam levado um óculos, vi que não valia a pena e passei dois dias trabalhando com me­­do”, relata. Uma das principais mudanças de hábito foi parar de transportar dinheiro vivo na carteira, além de orientar as vendedoras da ótica a não ficarem sozinhas no balcão e evitar sacar grandes quantias em dinheiro. Nos comércios, vitrines estão sempre bem fechadas, e o alarme é instrumento obrigatório.

Enquanto os homens são as principais vítimas de homicídios dolosos, mulheres entre 35 e 64 anos correspondem ao perfil de pessoas que sofrem lesões corporais. “A hipótese de que o ambiente familiar, pelas ligações afetivas, protegeria seus membros mais vulneráveis tem se mostrado bastante falha”, segundo o relatório. Crianças e adolescentes também integram o perfil das vítimas de violência familiar. Conforme o estudo, 19% das mulheres brasileiras afirmam ter sofrido violência doméstica e familiar. Em 81% dos casos, homens com quem têm relações íntimas são, simultaneamente, seus algozes. Duas razões motivam a maior parte das ocorrências: ciúme e álcool.

As principais e piores consequências disso, na maior parte dos casos, não conseguem ser vistas a olho nu. São psicológicas. “Essa violência não é esquecida, enquanto a marca física desaparece”, afirma Mirian. Em geral, mulheres e crianças vítimas de agressão têm baixa autoestima e dificuldade em fazer escolhas. “Você não se vê como pessoa. E nem se considera alguém merecedor de coisas boas”, acrescenta. Em sua pesquisa, a pesquisadora descobriu que 60% das mulheres que apanhavam dos companheiros sustentavam suas famílias. Tinham dificuldades, contudo, em se desvencilhar do relacionamento turbulento.

Coordenador do curso de Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG), Luis Flávio Sapori ressalva que o fato de a violência familiar estar em destaque não significa o aumento de ocorrências. “É preciso fazer comparações com outras pesquisas para se afirmar isso”, diz. Os números caracterizam, no entanto, que o problema pode ser maior do que se imagina. “Se quase um quarto da população tem esse temor, quer dizer que uma boa parte também o vivencia”, completa.

Contradição

Outro dado do relatório chama a atenção ao apontar um dado contraditório: os dois principais valores dos brasileiros são o “bem-estar do próximo” e o “bem-estar da humanidade e da natureza”, fatores que caminham no sentido oposto das agressões familiares. Coor­denador da pesquisa, Flávio Comim considera a contradição normal. “Nós chamamos isso de desengajamento moral. As pes­soas, em geral, não apreciam as implicações de seus atos. Tendem a falar mais do que fazer”, opina. E a intenção da pes­­quisa é justamente indicar esses paradoxos. “Existe esse hiato a ser resolvido. As pessoas precisam ser cutucadas”, diz.

Comim entende que, para muitos brasileiros, a morte está caracterizada como único tipo de violência possível. Na questão da família, contudo, as agressões mostram justamente o contrário. “O descaso pode ser uma forma de violência, como na negligência. Os números mostram que a maneira pela qual as famílias estão vivendo requer reflexão”, afirma.

FONTE GAZETA DO POVO 26/5/10 às 8:47h

terça-feira, 25 de maio de 2010

FEIJÃO NO PRATO

Visando colocar a disposição de nossos adolescentes e funcionários um ambiente de trabalho em condições adequadas de higiene, segurança e conforto, de forma a garantir e preservar a saúde dos trabalhadores, a Guarda Mirim de Foz do Iguaçu apresentou o projeto Um, Dois, Três, Quatro Feijão no Prato a Furnas Centrais Elétricas S/A que destinou R$ 30.000,00 (trinta mil reais) para aquisição de equipamentos para a Unidade de Alimentação e Nutrição da Guarda Mirim.

O Projeto faz parte do cronograma de reformas e melhorias na estrutura física da Unidade de Alimentação e Nutrição, levando em conta fatores como: ruído, iluminação, mobiliário, máquinas e equipamentos, sanitários, refeitórios e outros de interesse da saúde, dentro de critérios estabelecidos em legislação específica, conforme Art. 135 da Lei nº 13.331/2001.

Hoje são servidas diariamente aproximadamente 300 refeições por dia e queremos dentro desse processo de revitalização oferecer aos nossos adolescentes um ambiente que seja capaz de oferecer condições adequadas de salubridade, conforto e segurança no trabalho que possa interferir de modo significativo na qualidade do serviço oferecido.

Obs. Os equipamentos já foram adquiridos e está a disposição na sede da Guarda Mirim para registro.

Sobre Furnas Centrais Elétricas S/A – Programa Responsabilidade Social – Investimento Social – Programa Eletrobrás Social, favor acessar http://www.furnas.com.br/ no link Programa Responsabilidade Social

Maiores informações (45)3574-1289 com a nutricionista da Guarda Mirim senhora Deyse Malikoski e Assistente Social Ângela Theresa Atui Leite.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Justiça bloqueia bens de ex-governadores, de deputado federal e de mais cinco em AL

Justiça bloqueia bens de ex-governadores, de deputado federal e de mais cinco em AL
Carlos Madeiro
Especial para o UOL Notícias
Em Maceió

O ex-governador e pré-candidato ao governo de Alagoas, Ronaldo Lessa (PDT), e mais sete pessoas tiveram os bens bloqueados nesta segunda-feira (24) pela Justiça do Estado. Todos são réus em um processo que analisa um desvio de R$ 52 milhões de recursos repassados pelo governo federal para a área de educação.
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A decisão foi publicada no Diário Oficial da Justiça e também torna indisponíveis os bens do ex-governador Luiz Abílio de Souza (falecido no mês passado, e que foi eleito como vice-governador de Lessa em 2002), do deputado federal Maurício Quintella Lessa (PR) --ex-secretário estadual de educação-- e de mais cinco ex-integrantes do governo, a maioria da Secretaria de Estado da Fazenda.

Todos foram denunciados por meio de uma ação civil pública do Ministério Público Estadual (MPE), em novembro de 2008. O bloqueio faz parte da primeira parte da ação, que pede ainda o ressarcimento dos valores aos cofres públicos e a inelegibilidade dos acusados.

O MPE alega que os recursos de dois convênios firmados com o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) – nos valores de R$ 28 milhões e R$ 24 milhões – foram utilizados de forma irregular.

Ainda de acordo com o Ministério Público, os recursos dos convênios deveriam ter sido aplicados para “manutenção de escolas, nomeação de professores e monitores, capacitação profissional e transporte escolar”, porém, teriam sido desviados de finalidade sem prestação de contas.

Ainda segundo a ação civil, o dinheiro foi sacado irregularmente e transferido para a conta única do Estado. Do total, apenas R$ 11 milhões teriam sido investidos na educação.

Após analisar a ação e receber as alegações dos réus, o juiz Manoel Cavalcante, da 18ª Vara Cível da Capital e Fazenda Estadual, explica que acatou o bloqueio dos bens para assegurar, em caso de condenação, que o dinheiro do desvio será ressarcido aos cofres públicos. Na decisão, ele alega que “ficou comprovado o mínimo de nexo de causalidade entre os atos comissivos e omissivos dos agentes públicos e políticos e o prejuízo sofrido nos cofres públicos com o desvio de finalidade na execução dos convênios”.

No caso do já falecido ex-governador Luiz Abílio, o juiz determinou citação de seus herdeiros, e determinou o bloqueio dos bens em nome dele.

"Lessa é inocente"
O UOL Notícias tentou contato com Ronaldo Lessa, mas seu celular estava desligado. O integrante do diretório estadual e porta-voz do PDT no Estado, Wellisson Miranda, disse que o ex-governador não foi citado oficialmente, mas o caso será analisado pela assessoria jurídica dele, que deve recorrer da decisão.

Miranda afirmou ainda que a decisão “requenta” um assunto para trazê-lo à tona e "atende a interesses políticos por se tratar de ano eleitoral". “Todos sabem que ele é inocente, e ele vai provar isso. Ele já havia sido citado em processo semelhante”, disse.

A reportagem tentou contato com os demais acusados, mas não obteve sucesso.

Segunda ação do MP
Essa não é a primeira vez que Lessa é denunciado pelo MPE por meio de uma ação civil pública semelhante. Em março do ano passado, os promotores ingressaram na Justiça acusando o ex-governador de desviar de finalidade R$ 44,9 milhões do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza.

A ação também pede o bloqueio dos bens de Lessa, além do ressarcimento do valor utilizado irregularmente, perda do mandato ou cargo em função pública e multa. O caso ainda está sendo analisado pela Justiça.

Ronaldo Lessa foi governador por dois mandados, entre 1999 e 2006. Ele é pré-candidato ao governo do Estado e conta com o apoio dos partidos da base aliada de Dilma Rousseff (PT) para a disputa.

Fonte UOL 24/5/10 às 23:42h

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Entidade lançará portal para divulgar candidatos "ficha limpa

Político com bons antecedentes poderá fazer cadastro e enviar certidões. Critério será não ter condenação em primeira instância

21/05/2010 | 13:24 | G1/Globo.com atualizado em 21/05/2010 às 14:24

Autor do Projeto Ficha Limpa aprovado pelo Congresso, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) agora pretende lançar um portal para cadastrar e divulgar os candidatos que não possuem problemas com a Justiça.

Prevista para entrar no ar em julho, a página será alimentada pelos próprios candidatos que quiserem divulgar seus bons antecedentes.

Modificado e aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto ficha limpa foi aprovado na quarta-feira (19) pelo Senado. Para entrar em vigor, precisa da sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O projeto original previa a proibição de candidatura para quem fosse condenado em primeira instância, mas foi alterado para condenados em decisão colegiada.

"Vamos ajudar os eleitores a ver, com mais facilidade, quem realmente tem ficha limpa", diz o presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Procuradores e Promotores Eleitorais (Abrampe), Marlon Reis, membro do comitê nacional do MCCE. O portal pretende evitar que políticos condenados em primeira instância queiram "capitalizar" por não terem sido atingidos pela lei na forma em que ela foi aprovada.

"Não é o fato de passar pelo crivo da lei que alguém é honesto. Isso não apaga o passado. Outros sinais devem ser analisados”, pondera Reis.

A página, que será feita em parceria com a Articulação Brasileira contra a Corrupção e Impunidade (Abracci), vai oferecer uma espécie de cadastro para os candidatos.

Eles poderão apresentar certidões negativas de antecedentes criminais digitalizadas e os documentos serão publicados.

O critério para ser considerado "ficha limpa" pelo portal será o mesmo do projeto original enviado ao Congresso: não ter condenação em nenhuma instância ou, no caso de políticos com foro privilegiado, não ter denúncia criminal recebida por um tribunal.

Reis acrescenta que, como o portal será aberto à sociedade, qualquer pessoa poderá fiscalizar e contestar as informações. A página estará aberta a candidatos a qualquer cargo. "Se o seu candidato não estiver lá, das duas, uma: ou é porque não tem como entrar no portal ficha limpa ou porque não dá importância a isso, o que também é sério."

GAZETA DO POVO 21/5/2010 às 16:11h

Só 130 cidades têm abrigo para mulher vítima de violência no Brasil

Os estados de Roraima e Amapá e o Distrito Federal não possuem abrigos para mulheres vítimas de violência. O dado foi divulgado nesta sexta-feira (21), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo sobre assistência social, com números referentes a 2009, integra a Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic), que reúne informações sobre os 5.565 municípios brasileiros.

De acordo com o levantamento, em todo o país, apenas 130 cidades têm unidades de abrigos institucionais para mulheres. Dessas, 10 cidades são da Região Norte; 15, do Nordeste; 51, do Sudeste; 34, do Sul; e 20, do Centro-Oeste.

O abrigo institucional, segundo o IBGE, é uma modalidade de acolhimento destinada a crianças, adolescentes, adultos, famílias, mulheres em situação de violência e idosos. O espaço físico de um abrigo deve garantir condições de moradia, repouso e guarda de pertences. Este equipamento está presente em 1.336 municípios brasileiros, ou seja, em 24% do total do país.

Entre as modalidades de abrigos, os voltados para crianças e adolescentes existem em maior número do que os voltados para mulheres e idosos – estão presentes em 964 municípios, ou seja, em 17,3% do total. Os abrigos para idosos existem em 711 cidades, sendo que 210 delas estão no estado de São Paulo.

A Munic Assistência Social traz informações sobre a política de assistência social nos municípios, a infraestrutura do órgão gestor, os recursos financeiros e convênios com ONGs e instituições privadas e os recursos humanos.

Casas-lar e centros de convivência

Além dos abrigos, indivíduos ou famílias com vínculos rompidos ou fragilizados podem recorrer a serviços de acolhimento institucional nas modalidades casa-lar, casa de passagem e residência inclusiva.

No Brasil, 1.125 municípios têm algum tipo de casa-lar, o que corresponde a apenas 20,2% das cidades brasileiras. Dessas cidades, 750 possuem estrutura para o atendimento a idosos; 223, para atendimento a pessoas com deficiência; e 616, para atendimento a crianças e adolescentes. Mais de uma modalidade pode estar presente em cada cidade.

A casa-lar, segundo o IBGE, pode ser destinada a crianças, adolescentes e idosos. No caso de crianças e adolescentes, o atendimento se dá em unidade residencial, onde uma pessoa ou casal trabalha como educador residente, prestando cuidados a um grupo de até dez crianças ou adolescentes. No caso do idoso, esse serviço tem por parâmetro o atendimento em unidade residencial, também com grupos de até dez idosos.

Outra medida de assistência para a população são os centros de convivência, onde crianças, adolescentes, jovens e idosos e suas famílias podem desenvolver a sociabilidade, autonomia e fortalecer vínculos. Segundo o estudo do IBGE, no Brasil existem 1.426 cidades com centros de convivência, o que equivale a 25,6% do total de cidades.

Considerando os centros com públicos específicos, voltados ao atendimento da juventude e de crianças e adolescentes, existem 5.451 centros em todo o país.

Acolhida para pessoas em situação de rua

Dos 5.565 municípios brasileiros, apenas 302 possuem casas de acolhimento para pessoas em situação de rua. Das 398 unidades distribuídas pelo país, 184 são públicas e 214, conveniadas.

A região com o maior número de municípios com casas de acolhimento é o Sudeste, com 136 cidades; seguida do Centro-Oeste, com 66; Sul, com 60; Nordeste, com 27; e Norte, com 13 cidades. O estado com o maior número de municípios que contam com casas de acolhida para moradores de rua é São Paulo, com 72 cidades com essa estrutura.

GAZETA DO POVO 21/04 /2010 às 14:30h

quinta-feira, 20 de maio de 2010

SOLIDARIEDADE!

As primeiras doações começam a chegar.

Por meio do Conselho da Comunidade, o Albergue Noturno de Foz do Iguaçu doou 22 (vinte e dois) colchões de solteiro, contrubuindo assim com a campanha "Inverno Solidário nas Unidades Penas", que tem como objetivo arrecadar colchões e cobertores para serem repassados aos presos das unidades penais da cidade.

Os colchões já foram entregues na Cadeia Pública Laudemir Neves.




O Conselho da Comunidade agradece a colaboração do Albergue Noturno.



Para doações entrar em contato com o Conselho da Comunidade
Precisamos de sua ajuda, doe cobertores e colchões!!!


Quem tem frio fará grande proveito disso!!


Av. Pedro Basso, 1001 - Jd. Polo Centro - Foz do Iguaçu/Paraná

Fórum de Justiça - 2º Andar ( final do corredor)

Fone: (45) 3026 - 1645

E-mail: conselho_comunidade_foz@hotmail.com

http://conselhodacomunidadefoz.blogspot.com/